terça-feira, 24 de abril de 2012

16 Motivos para você orar pelas crianças em risco


1. Porque a oração do justo é poderosa e eficaz (Tg 5.16)

2. Porque Deus tem um cuidado especial para com os pequeninos (Mt 19.13-15)

3. Porque Deus nos dá a responsabilidade de proteger os pequeninos (Mt 18.6)

4. Porque as crianças são cidadãs do reino de Deus (Mc 10.14) e fazem parte da nossa comunidade de fé.

5. Porque as crianças são nossos modelos de espiritualidade (Mt 18. 2-4) e a sociedade está destruindo nossos modelos cada vez mais cedo.

6. Porque quando recebemos uma criança, recebemos o próprio Jesus Cristo (Mc 9.36,37).

7. Porque a religião pura, que Deus aceita, é cuidar dos órfãos e das viúvas, e não se deixar corromper com o mundo (Tg 1.27).

8. Porque a paz entre crianças, adultos e a natureza faz parte dos propósitos eternos de Deus na história (Is 11.6-9)

9. Porque as crianças são as primeiras a sofrer, já que estão em condição especial de desenvolvimento e, por isso, são mais vulnerabilidades.

10. Porque muitas crianças sofrem com a pobreza. Segundo o IBGE, 44,7% das crianças e adolescentes brasileiras de até 17 anos viviam, em 2008, com uma renda familiar per capita de meio salário mínimo e 18,5% de ¼ de salário mínimo.

11. Porque as crianças e os adolescentes são as maiores vítimas da violência. Estima-se entre 500 milhões e 1,5 bilhão o número de crianças submetidas anualmente à violência.

12. Porque proteger as crianças é proteger a sociedade.

13. Porque quando oramos pelas crianças também estamos denunciando a injustiça no mundo e, com o cântico dos recém-nascidos, silenciamos os inimigos de Deus (Sl 8.2).

14. Porque se as crianças se perderem na infância será mais difícil resgatá-las quando adultas.

15. Porque quando oramos por outros nos tornamos mais sensíveis a sua causa.

16. Porque temos a chance de participar de um grande mutirão de oração pelas crianças em risco, que gera unidade e comunhão. E isso só acontece uma vez por ano (no primeiro fim de semana de junho).



Fonte e Informações: www.maosdadas.org/mmo

terça-feira, 10 de abril de 2012



10 RAZÕES POR QUE SOMOS CONTRA O ABORTO

Jorge Cruz, 2006-12-07 10 RAZÕES POR QUE SOMOS CONTRA O ABORTO

1. O ABORTO É CONTRA A VIDA

A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma que “todo o indivíduo tem direito à vida” (artigo 3.o). Também a Constituição da República Portuguesa declara que “a vida humana é inviolável” (artigo 24.o).

De acordo com a ciência, a vida humana tem início com a fecundação, resultante da união de um espermatozóide masculino com um óvulo feminino. Cada uma das células sexuais transporta metade da informação genética do progenitor, de modo que a célula resultante da fertilização, denominada ovo ou zigoto, recebe toda a informação genética necessária para orientar o desenvolvimento do novo ser humano.

O aborto provocado, independentemente do momento em que é realizado, acarreta sempre a destruição de uma vida humana, a quem é negada a continuação do seu desenvolvimento, impedindo-se o seu nascimento e a expressão do seu potencial como criança e adulto.

Assim, qualquer referendo ou decreto-lei que legitime a morte de um ser humano indefeso, designadamente a despenalização do aborto, sem qualquer indicação médica que o justifique, é um atentado claro contra a vida humana, e viola a própria constituição portuguesa e os direitos fundamentais do ser humano, expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

2. O ABORTO É CONTRA A MULHER

Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, mental e emocional da mulher. Sabe-se actualmente que qualquer mulher que aborta voluntariamente, mesmo nas melhores condições de assistência médica, tem um risco acrescido de lesões do aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneos posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difíceis de quantificar, mas não menos importantes, são as consequências ao nível da saúde mental, nomeadamente depressão, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e mesmo suicídio. O Colégio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a atenção, já em 1992, para uma das consequências da liberalização do aborto nesse país: “Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a saúde mental da mulher, não há justificação de natureza psiquiátrica para o aborto. [Pelo contrário], coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbações psiquiátricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza já existente”.


Por outro lado, a despenalização total do aborto, ainda que nas dez primeiras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da mãe da criança pode expô-la a pressões por parte de familiares, do pai da criança, da entidade patronal ou mesmo de profissionais de saúde (p.e. por um alegado risco de malformações no feto, que muitas vezes não se verifica), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior é a probabilidade destas situações ocorrerem.

3. O ABORTO É CONTRA O HOMEM

O aborto não pode reduzir-se a um acto que apenas envolve a mulher que o pratica. Há pelo menos mais dois elementos fundamentais em todo o processo: o pai da criança e obviamente o nascituro.

Ao valorizar-se a vontade da mulher de prosseguir ou não com a gravidez, remete-se para segundo plano ou ignora-se por completo a vontade do homem, co-responsável pela concepção e paternidade. Desse modo, desvaloriza-se a sua participação no processo procriativo. Ainda que muitas vezes o elemento masculino do casal não assuma a sua responsabilidade na família, através da despenalização e promoção do aborto livre, descartam-se completamente os deveres do pai da criança.

Sabe-se também, atualmente, que os homens podem sofrer de depressão pós-aborto, especialmente quando tal acto é realizado sem o seu conhecimento e autorização.

4. O ABORTO É CONTRA A CRIANÇA

Já no célebre Juramento Hipocrático (IV a. C.), ao qual os médicos têm procurado obedecer ao longo dos séculos, é expressamente referido: “não fornecerei às mulheres meios de impedir a concepção ou o desenvolvimento da criança”. Condenamos assim, veementemente, a tese de que “as mulheres têm direito ao seu corpo”, na medida em que esse suposto direito colide com princípios que consideramos absolutos, como o direito à vida do nascituro, que apresenta identidade genética própria, distinta dos progenitores.

Nos países que despenalizaram o aborto, os seres humanos correm maior risco de terem uma morte violenta nos primeiros nove meses da sua existência do que em qualquer outro período da sua vida. O útero materno, que deveria ser o lugar supremo de proteção da vida humana tornou-se assim tragicamente, nas últimas décadas, num dos locais mais perigosos. Além disso, sabe-se que muitas crianças, quando descobrem que a sua mãe fez um aborto, numa outra gravidez, desenvolvem perturbações mentais que podem requerer apoio psicológico ou psiquiátrico.

5. O ABORTO É CONTRA A FAMÍLIA

Os filhos são uma parte integrante e significativa de cada família, considerada um dos pilares fundamentais das sociedades civilizadas. A ênfase dada à autonomia da mulher sobre a sua gravidez prejudica o relacionamento conjugal e familiar. Aliás, sabe-se que mais de 80% dos abortos provocados resultam de relações sexuais extra-conjugais.

Sabe-se também que uma percentagem significativa de gravidezes não planeadas e mesmo não desejadas, se não forem interrompidas, levam invariavelmente ao nascimento de crianças que acabam por ser extremamente apreciadas e amadas pelos seus pais.

Por outro lado, ao impedir-se o nascimento de crianças através do aborto está-se a contribuir para o grave problema demográfico resultante da diminuição acentuada da taxa de natalidade, em muitos países ocidentais. O mesmo se verifica actualmente em Portugal, o que acarretará consequências nefastas a nível económico e social.

6. O ABORTO É CONTRA A CONSCIÊNCIA

É um facto incontestável que ao longo da história da humanidade, por influência do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passível de punição. Contudo, nas últimas décadas, tem-se assistido a uma tendência no sentido da desvalorização da vida humana.

A nível individual, é indiscutível a sensação de culpa que a realização de um aborto acarreta, tanto à mulher que a ele recorre como à pessoa que o pratica. Tal facto deve-se à consciência que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decisões morais. Como afirma um provérbio francês, “não há travesseiro mais macio do que uma consciência limpa”.

7. O ABORTO É CONTRA A DIGNIDADE HUMANA

A tradição moral judaico-cristã sempre se preocupou com a defesa dos mais fracos e vulneráveis, como é o caso das crianças, dos órfãos, dos idosos e das viúvas. O aborto nunca é uma solução dignificante, nem para quem o pratica, nem para a mulher que a ele se submete, e muito menos para a criança inocente.

Concordamos com o relatório-parecer sobre a experimentação no embrião, do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (1996) que afirma que “a vida humana merece respeito, qualquer que seja o seu estádio ou fase, devido à sua dignidade essencial”.

É também um facto indiscutível que o número de abortos aumentou, por vezes exponencialmente, em todos os países que despenalizaram a sua prática.

8. O ABORTO É CONTRA O DIREITO À DIFERENÇA

Em muitos países ocidentais, a liberalização do abortamento provocado tem impedido o nascimento de crianças com anomalias cromossómicas, das quais a trissomia 21 (síndrome de Down) é a mais frequente, bem como com malformações congénitas perfeitamente compatíveis com a vida, e muitas delas com correção cirúrgica pós-natal, como é o caso do lábio leporino ou do pé boto. Situações mais graves e complexas, como certas malformações cardíacas, podem também ser tratadas cirurgicamente, por vezes mesmo antes do nascimento.


O abortamento destas crianças contribui para uma desvalorização e discriminação de pessoas com deficiências sensorias, motoras e/ou cognitivas, que vivem vidas adaptadas e felizes, apesar das limitações.

9. O ABORTO É CONTRA A ÉTICA

O aborto, o infanticídio, o suicídio e mesmo a eutanásia eram relativamente comuns e socialmente aceites no mundo antigo greco-romano. O abortamento provocado ocasionava, geralmente, a morte da mãe. No século IV a.C. Hipócrates de Cós, com o seu Juramento, impõe uma ruptura com a cultura da morte que prevalecia nessa época. Mais tarde, após a humanização do Direito, por influência do Cristianismo, o aborto passou a ser considerado um crime no mundo ocidental. Deste modo, a norma ética, ao longo dos séculos, tem sido a defesa da vida humana desde a concepção. O aborto induzido é, assim, contra a ética, pois colide com o princípio fundamental da inviolabilidade da vida humana.

Nos raríssimos casos-limite em que a continuação da gravidez põe em risco a vida da mãe, o aborto poderá ser a única forma de salvar a sua vida, o que a actual lei já prevê.

10. O ABORTO É CONTRA DEUS

Para além de todas as razões atrás mencionadas, consideramos que o aborto é uma clara violação da vontade de Deus, revelada nas Escrituras Sagradas. O quinto mandamento declara precisamente: “não matarás” (Êxodo 20:13).

Encontramos na Bíblia a revelação inequívoca de que Deus valoriza a vida humana desde a concepção e que está envolvido no processo procriativo, como p.e. no texto seguinte, da autoria do rei David (Salmo 139: 13-16):

”Foste tu que formaste todo o meu ser; formaste-me no ventre de minha mãe (...) Conheces intimamente o meu ser. Quando os meus ossos estavam a ser formados, sem que ninguém o pudesse ver; quando eu me desenvolvia em segredo, nada disso te escapava. Tu viste-me antes de eu estar formado. Tudo isso estava escrito no teu livro; tinhas assinalado todos os dias da minha vida, antes de qualquer deles existir”.

Dr. Jorge Cruz Médico

Editado pela Aliança Evangélica Portuguesa em parceria com a Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde

Capturado em http://www.portalevangelico.pt/noticia.asp?id=3159, dia 16/01/07, às 12:32 – publicação autorizada pelo Portal Evangélico

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

VENCENDO AS FRAQUEZAS COM A MATURIDADE



Hudson Medeiros

      I.         RECONHEÇA SUA FRAQUEZA COMO UMA LIMITAÇÃO
Todos nós temos pontos fracos. Todos estamos caminhando na estrada da perfeição, e precisamos continuar dando passos em direção ao seu final, mas enquanto isso temos que ficar cara a cara com as limitações, rejeições, medos, solidão, etc.
Sei que isso dói muito e que precisamos de um remédio urgente. Pois amadurecer é o remédio, Cristo em você, sua semelhança, seus valores, seu caráter, a vida que foi derramada na cruz e agora é vivida em você.

    II.         ENFRENTE SUA FRAQUEZA
Quanto tempo perdemos sofrendo, carregando feridas e limitações que nos afastam de nosso destino em Deus! Nos vemos como vítimas, dando linha para a carne, para o diabo nos usar e nos envolver em cada bagaço que deixa Deus amarelo de… Deixa pra lá.
Quando você vai lidar com isso? Esta é uma pergunta que sempre me faço quando percebo uma limitação. Cada pessoa sabe com o que tem que lidar e fica protelando, empurrando com a barriga. Precisamos de um dia para mudar o nosso mundo, o dia da virada. Pode ser hoje.

  III.         BUSQUE O PODER QUE SE APERFEIÇOA NA FRAQUEZA
Deus em Cristo providenciou o poder Dele para ser derramado no lugar da fraqueza. O poder redentor é infinitamente maior do que o poder destruidor. Busque ajuda, consulte um conselheiro que seja guiado pela Bíblia e por seus princípios e comece a estudar os princípios que carregam o poder divino necessário para o seu caso específico.
Deus é o maior interessado em sua cura e amadurecimento; Ele pagou caro para isso acontecer, mandou Seu Filho para ser sacrificado e dar a Sua vida para regatar a nossa. Há poder no sangue, há poder nas palavras e nas promessas divinas.
É necessário desenvolver uma fé crescente na Palavra de Deus. Muitas coisas vão mudar pela Palavra. Tudo isso por meio de um relacionamento de filho com o Pai celestial dia após dia.

  IV.         FECHE A PORTA PARA A MANIPULAÇÃO DO INIMIGO
Você já percebeu o quanto uma fraqueza em nossa vida pode ser usada por outros? Eu já, e espero que você pare para refletir e descubra como é urgente que você feche a porta para a manipulação e determine limites para que o inimigo não chegue tão perto de você e de sua família, ministério, congregação, negócios, estudos, etc.
Será que é de fato necessário que aconteçam algumas coisas como estão acontecendo? Será que, com um pouco de maturidade, tudo não poderia ser resolvido de forma mais produtiva?
Não é bom ser manipulado; quem aceita ser manipulado é por que quer e concorda com isso. Isso gera muita confusão e um ambiente de conflitos. A coisa certa a se fazer é fechar a porta para o mal e buscar a maturidade. Saia do ambiente de manipulação; busque um ambiente saudável, com liberdade individual, reponsabilidade e respeito por suas escolhas.

    V.         O QUE ESSA FRAQUEZA TEM FEITO COM SEUS RELACIONAMENTOS?
É muito difícil conviver em um ambiente de conflitos e confusão nos relacionamentos. Fraquezas não tratadas, não enfrentadas podem fragilizar e até mesmo destruir relacionamentos. Há um novo lugar para os relacionamentos. Comecemos então enfrentando fraquezas pessoas e coorporativas com determinação, graça e verdade; lutando juntos para resgatar o ambiente de respeito, responsabilidade pessoal e sinceridade.

  VI.         CHEGOU A HORA DA TRANSFORMAÇÃO PESSOAL PROFUNDA
Prossigamos até a perfeição. É hora de avançar para as lições mais elevadas que pertencem aos homens crescidos, maduros. A exortação é para avançar a partir das lições da infância cristã às da maturidade em Cristo (veja Hb 5.13-14), e não lançar de novo o fundamento. Para estabelecer as bases, uma vez é o suficiente se Ele for colocado à direita, no lugar certo da edificação de nosso prédio espiritual. Estes primeiros princípios são a base da vida cristã, mas temos de construir mais e mais sobre eles.
O arrependimento foi essencial no estabelecimento da fundação na nossa nova vida. Todos os homens são ordenados a arrepender-se. O arrependimento é, essencialmente, uma mudança da vontade, o rebelde torna-se livre em sua vontade para servir ao Senhor de sua nova vida.

VII.      DE VOLTA PARA O SEU DESTINO
Deus nos conquistou para sermos vencedores e não vítimas, filhos e não escravos, herdeiros e não roubados. Nosso destino é o nosso lugar.
Ap 2:11 – “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas:  O que vencer não receberá o dano da segunda morte.”[1]
Mt 25:34-40:

Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita:  Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome,  e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu,  e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então, os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? E, quando te vimos estrangeiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? E, quando te vimos enfermo ou na prisão e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo  que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.[2]

Herdamos o reino na eternidade quando o vivemos como nosso destino aqui na Terra nos dias que recebemos. Sabendo do futuro no presente voltamos ao nosso destino.




[1] Reis 2:11. Almeida Revista e Corrigida. Sociedade Bíblica do Brasil, 1995; 2005.
[2] Mt 25:34-40. Almeida Revista e Corrigida. Sociedade Bíblica do Brasil, 1995; 2005.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O ALVO DA MATURIDADE E O SEU DESTINO

Hudson Medeiros

Introdução
                  Maturidade: nosso alvo enquanto pessoas que nasceram de novo e receberam a oportunidade divina de ter uma vida com propósito, de viver um destino pensado pelo Pai celestial. Atrás de você e de sua nova vida, há um plano divino que envolve estatura plena, serviço pleno, julgamento pleno, ou seja, plenitude em todos os aspectos, e a glória de Deus.

A IMATURIDADE ROUBA DESTINOS
                  Fique atento aos alertas que você tem recebido ultimamente. Será que todos eles apontam para a necessidade de você crescer como pessoa? Veja o exemplo vivido por aqueles rapazinhos da época de Eliseu; mesmo em um lugar profético, um imaturo pode fazer as escolhas erradas e ter seu destino roubado. II REIS 2: 23-24:

Então, subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns rapazes pequenos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo, sobe, calvo! E, virando-se ele para trás, os viu e os amaldiçoou no nome do Senhor; então, duas ursas saíram do bosque e despedaçaram quarenta e dois daqueles pequenos.[1]

            Uns rapazinhos. As palavras nëârim ketannim significam criancinhas bem como homens moços. katon significa não apenas pequeno, mas também jovem, em oposição a velho. E näâr se refere não somente a criança, mas também a um homem moço que chegou à maturidade. Assim é que Isaque foi chamado de näâr aos vinte e oito anos de idade, José aos trinta e nove, e Roboão aos quarenta.
            Aqueles homens moços idólatras, tendo ouvido a respeito da ascensão de Elias, mas não crendo nela, pediram de maneira blasfema que Eliseu seguisse Elias. Por impulso divino, o profeta pronunciou uma maldição “em nome do Senhor”. A maldição veio acompanhada de imediato por um terrível juízo, evidenciando-se assim a fonte de onde o juízo havia procedido.[2]
            Quando algo se encontra nos estágios iniciais, frequentemente há falta de maturidade e de entendimento, o que pode abrir a porta para a inconsistência. Este é o tempo de buscar a maturidade, de tê-la como alvo, pois ela diferencia os meninos dos maduros.

A SABEDORIA E OS MADUROS
                  Diz a palavra de 1 Coríntios 2.6: “Entretanto, falamos de sabedoria entre os que já têm maturidade, mas não da sabedoria desta era ou dos poderosos desta era, que estão sendo reduzidos a nada”.
            A base para o entendimento do dom da profecia, por exemplo, é o entendimento das questões do amor. Todo profeta deve ser aperfeiçoado no amor, deve ser alguém que buscou como alvo crescer no amor, receber revelação da Palavra e ter experiências que consolidem tais verdades. É preciso perseverança, determinação e ter isso em mente a cada dia.
            Deixe bem claro para você mesmo que a sabedoria desta era ou dos poderosos desta era está sendo reduzida a nada. Veja lá que sabedoria você está seguindo, pois a imaturidade pode advir da loucura do mundo quando a seguimos. Cerque-se de pessoas sábias que o ajudarão a amadurecer e a chegar na plenitude do seu destino.

JESUS CRISTO: UM EXEMPLO DE CRESCIMENTO
              “E o  menino crescia, e se robustecia em espírito, e esteve nos desertos até ao dia em que havia de mostrar-se a Israel” (Lc 1:80). “E  crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” ( Lc 2:52).
         O único exemplo que não abandono nunca é meu Senhor, meu amado mestre, meu dono, aquele que manda em minha vida, que me inspira, me motiva, me mostra coisas profundas e novas que me levam além de meus limites.
         Ele cresceu como homem, amadureceu, e teve isso como alvo desde pequeno; ele buscava sempre uma nova estatura. 

ELE DESEJAVA UMA NOVA ESTATURA
1) Altura de uma pessoa (Lc 2.52).
2) Estado de completo desenvolvimento; maturidade (Ef 4.13)[3]:  “...até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento  do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”[4].
     Ele viveu seu destino porque cresceu e quando cresceu. E você?

ELE CRESCIA EM GRAÇA PARA COM O PAI E COM OS HOMENS[5]
O significado de graça:
1) O amor de Deus que salva as pessoas e as conserva unidas com ele (Sl 90.17; Ef 2.5; Tt 2.11; 2 Pe 3.18).
2) A soma das bênçãos que uma pessoa, sem merecer, recebe de Deus (Sl 84.11; Rm 6.1; Ef 2.7).
3) A influência sustentadora de Deus que permite que a pessoa salva continue fiel e firme na fé (Rm 5.17; 2 Co 12.9; Hb 12.28).
4) Louvor; gratidão (Sl 147.7; Mt 11.25).
5) Boa vontade; aprovação; MERCÊ (Gn 6.8; Lc 1.30, 2.52).
6) Beleza (Pv 31.30).
7) Bondade (Zc 12.10).
8) “De graça” é “sem pagar” (Gn 29.15; Mt 10.8).[6]

            Ele cresceu, amadureceu diante do Pai e dos homens. Ele conseguiu e deixou o caminho preparado para você e para mim. Vamos lá, é só perseguir o alvo da Sua semelhança. Vamos! Levante-se de sua limitação e avance com Ele.

DEUS DESEJA QUE O HOMEM CRESÇA
            É muito bom saber disto, que, ao nos fazer pessoas, Ele viu toda essa inteligência sendo desenvolvida e aplicada a cada dia dentro da vida que Ele nos deu nos dias planejados para este lado da vida.
            Chegou o tempo de deixar feridas e limites que vieram para resistir o seu destino. Mergulhe em Cristo e avance, meu amado fratello. Vamos crescer, vamos buscar a maturidade como um alvo na vida e nos encher de Cristo, sua sabedoria, seu conhecimento, discernimento e entendimento.

Um grande abraço. 










[1] Almeida Revista e Corrigida. Sociedade Bíblica do Brasil, 1995; 2005.
[2] Concordância Exaustiva do Conhecimento Bíblico. Sociedade Bíblica do Brasil, 2002; 2005.
[3] Kaschel, W., & Zimmer, R. Dicionário da Bíblia de Almeida. 2ª ed. Sociedade Bíblica do Brasil, 1999;2005.
[4] Almeida Revista e Corrigida. Sociedade Bíblica do Brasil, 1995; 2005.
[5] Almeida Revista e Corrigida. Sociedade Bíblica do Brasil, 1995; 2005.
[6] Dicionário da Bíblia de Almeida. 2ª ed. Sociedade Bíblica do Brasil, 1999; 2005. 

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O ESPÍRITO DE ADOÇÃO

Texto - Romanos  8

Após o grito de desespero de Rm. 7:24 somos elevados a uma das tremendas alturas desta grande Epístola. “Quem me livrará? .... Jesus Cristo, nosso Senhor” (7:25). O clamor que vem de dentro do homem caído, afastado de Deus é terrível e somente Cristo é capaz de livra-lo.

A carne (força natural do homem) tem falhado em livra; para nada aproveita diz o texto (Jo. 6:63).
Quando chegamos ao Pai nossa vida estava falida completamente não podiamos mudar nada. Ele  nos salvou pagando nossas dívidas. Mas o que a Lei não podia fazer,  Deus fez mediante o Seu Amado Filho, dando a vida de filho aos seus amados. Deus sempre desejou ser Pai e preparou tudo para se manifestar assim.

É terrível viver carregando culpa e condenação, ninguém pode suportar isso muito tempo.
Este capítulo 8 apresenta várias divisões:

  LIBERTAÇÃO DA CARNE, PELO ESPÍRITO SANTO (vs. 1-13).
O Espírito Santo é a agora revelado aos homens como o agente divino da revelação. Sua presença guiando nos garante a liberação de muitas revelações poderosas na palavra, na nova intimidade que temos com Ele.
            
As nossas vidas podem mostrar agora a evidência da presença do Espírito de Adoção, ou então não somos dEle. Ele mora em nós, nos selou, nos deu nova vida, a vida de filhos de Deus, como nosso intimo amigo e responsável por nossa existência.

A primeira obra do Espírito de Adoção é mostrar exatamente por revelação ao mais humilde discípulo que ele está livre de condenação perante Deus, porque está em Cristo, participa de toda a plenitude da obra de Cristo.
           
O DECRETO É, NENHUMA CONDENAÇÃO HÁ !
Escritos antigos revelam que esta palavra era usada em documentos legais, como quando um advogado examinava títulos referentes a propriedades. No caso de achar tudo correto ele diria: “Não há incompetência – nenhum defeito – nada para condenar”. A adoção nos livrou da condenação.
            Os capítulos 5, 6, 7 e 8 mostram nossos Títulos para participarmos na herança divina (as riquezas de Cristo, 8:17). É a obra do Espírito de Adoção, revelar-nos estas coisas poderosas, libertadoras.
Aquilo que nós não podemos fazer, Deus fez por nós perfeitamente (v. 2). Que poderoso amor paterno. Todos os homens precisam ter acesso a esse amor, não podemos retê-lo só para nós, vamos repartir.
Não há nada para condenar em cada nascido de novo, que entrou pela porta do reino, o arrependimento da independência. O Pai em Cristo zerou nossas dividas.

            A Lei do Espírito da Vida (que nos leva à verdadeira abundancia de vida)  tem nos libertado da Lei do pecado e morte (v. 2). Temos agora o direito legal conquista por Cristo em sua obra na cruz de viver liberto da lei do pecado e da morte. Somos livre, livres essa é a revelação para liberar sua vida nova, fora do cativeiro. Estamos debaixo de outra legislação superior e perfeita que nos absolveu perfeitamente.

            Na medida que andamos segundo o Espírito vamos ver que é possível viver uma vida reta para a glória de Deus e na sua força (vs. 3,4). Não temos nenhum dívida que nos obrigue a viver segundo a carne, porém um dívida de amor a Deus para vivermos segundo o seu Espírito (v.12). Filhos de Deus são livres de condenação pelo entendimento da revelação da benção da adoção.

Conclusão
            Andar segundo o Espírito é nossa maior ocupação agora, agarre-se a essa poderosa revelação, pois ele nos leva a semelhança de CRISTO, nosso alvo na vida, revela nosso destino e ativa nosso proposito de existência. Assuma sua herança em Cristo.


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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O PASTOR, O APRISCO E O MERCENÁRIO


O PASTOR, O APRISCO E O MERCENÁRIO
Hudson Medeiros

Ah! quando essa imagem vem na minha mente, me leva a pensar numa figura perfeita, feita Deus, cheia de verdade, amor, justiça em favor daqueles que cuida, destinado a revelar o seu Ser, a gastar seus dias, suas habilidades em sua razão de viver.

O supremo pastor Jesus Cristo é assim,  Ele se manifesta cheio de essências, também chama alguns homens que tem como alvo imitá-lo e cumprir assim esse destino. Como homens porém ainda vivemos os efeitos da queda, isto ainda é visível na carreira de todo homem que professa sua fé ao nascer de novo em Cristo.

As marcas do desenvolvimento da fé selam alguns e outros nem tanto, porem os dois tem acesso até certo ponto ao coração do aprisco, aqueles que se sujeitam ao sumo Pastor passam pela porta do aprisco, aqueles  cujo coração ama o preço do lucro de servir como pastor passam pelos acessos não legítimos ou apropriados, esses se colocam diante das ovelhas até que o verdadeiro Pastor as arranque da condição de invasores, enganadores, mercenários homens que trabalham por um contrato financeiro ou de outros valores previamente acertado e não por um chamado divino e amor por aquele que o chama.   

As ovelhas são avisadas da presença dos mercenários e orientadas que a voz deles soa diferente da voz do Sumo pastor, elas não devem seguir a voz do estranho. Lembrando que a sensibilidade das ovelhas é grande e marcam em sua memoria a voz do verdadeiro Pastor porque só enxergam até três metros e terão que seguir sua voz durante suas incursões fora do aprisco nos lugares de pastos, rios e fontes onde Ele as leva para o período de formação e crescimento, mesmo dentro do aprisco quando estão feridas são atendidas por Ele. Ovelhas devem ser forte no conhecimento da Voz que as guia, pois é uma questão de vida ou morte, isso não é negociável.

Mercenários ficam expostos, perdem o acesso as ovelhas porque  carregam o espirito de Judas, recebem suas moedas, mais o peso delas chama a morte para arrancá-los do caminho da vida. Moedas no coração do mercenário os fazem vestir o perfil de traidor, mesmo aparentando intimidade com o sumo pastor, não o conhece, mesmo usando seu nome, usando sua autoridade para resistir o inferno, ou fazer grandes curas e maravilhas. As moedas estão motivando o seu agir e isso o levará a morte a menos que se arrependa e tenha nova atitude nascendo de novo.

Aquele que pensa que esta em pé, cuidado para que não caia. O que está movendo meu coração e o seu? Essa é uma boa oportunidade para refletir.

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