quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Alerta de Intercessão pelas Crianças

Alerta de Intercessão pelas Crianças
“Senhor, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração”
Sl.91.1

Atenção, sentinela, veja este alerta e suba à torre de oração para pedir que Deus guarde nossas crianças e mude a sorte delas nestes dias por meio da igreja e da sociedade; e que assim haja uma nova atmosfera espiritual para nossas crianças. Creio que veremos uma mudança na maneira como a igreja e a sociedade lidam com as crianças. Está nascendo um novo Brasil, lavado pelo sangue do cordeiro! Proclame isso! Brade, leão, com o Leão de Judá!


Uma chance às crianças indígenas
Documentário questiona a tradição dos índios que se livram de um dos filhos gêmeos por acreditarem que o bebê é sinal de má sorte.
Fonte:http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/10/08/brasil,i=147045/UMA+CHANCE+AS+CRIANCAS+INDIGENAS.shtml
Por: Danielle Santos
Publicação: 08/10/2009 08:29
O olhar triste dos índios Marité e Tixumagu da etnia Ikpeng, de uma aldeia do Xingu, no Mato Grosso, denota a desilusão em ter de abandonar os costumes da comunidade para viver na cidade em busca do novo. O motivo da fuga está no colo do casal: os trigêmeos que nasceram este ano e que não foram aceitos pela comunidade por uma tradição cultural que acredita que filhos vindos da mesma gestação podem trazer azar. Para evitar o sacrifício deles, prática comum nesses casos, a família teve de ser forte para quebrar a regra e seguir outro caminho. "Tenho certeza de que eles vão se orgulhar da gente quando crescerem. Tenho orgulho de ter conseguido seguir com essa ideia e não deixá-los morrer", diz o pai.
O líder indígena Tabata Kuikuro, também da comunidade xinguana, foi tão firme quanto o casal Marité e Tixumagu ao saber que sua esposa deu à luz gêmeos, hoje com dois anos. E não pensou duas vezes: "São meus filhos, como vou deixar alguém fazer mal a eles, deixar matar igual se mata bicho?"
Já o tio de Pautú Kamayurá não teve a mesma sorte ao nascer gêmeo do pai dele. Morreu logo depois do parto por acreditarem ser ele um "amaldiçoado". Os dramas como o de Marité, Tixumagu, Tabata e Pautú se misturaram a tantos outros e viraram um documentário intitulado Quebrando o silêncio. O material, colhido ao longo de três anos, com depoimentos de comunidades de diversas etnias, é de responsabilidade de uma índia Terena que resolveu pesquisar sobre o infanticídio pelas aldeias por onde andou. Mãe de um bebê de 1 ano e sete meses de nome Tenó, Sandra Terena disse que sempre ouviu falar sobre o assunto quando pequena, mas não acreditava que ainda fosse tão comum em comunidades que já têm contato com os "brancos".
A jovem diz não querer mudar a concepção cultural e colocar a prática do infanticídio como um crime, mas apenas alertar para a necessidade de uma assistência especial às famílias que não aceitam mais essa crença dentro de suas comunidades. "Constatei que muitas famílias - a maioria jovem -, que estudam e trabalham fora da aldeia, não enxergam mais suas tradições como eram antes, e a pressão da comunidade as obriga a se encaixar numa situação que não tem mais fundamento para elas", diz Sandra.
Busca de apoio
A riqueza de detalhes contados em 80 horas de fita, três anos de captação e mais dois meses de finalização, rendeu um documentário de 29 minutos e virou um meio para sensibilização e busca de apoio. Na última quarta-feira, Sandra Terena enfrentou 22 horas de viagem até Brasília para mobilizar autoridades do governo e parlamentares. "Quero batalhar por ajuda em todos os lugares".
Narradora do documentário e fundadora da Ong indígena Sirai-i, Divanet da Silva, casada com um índio há 14 anos, adotou três crianças indígenas, filhas de pais diferentes, que seriam enterradas vivas pelas famílias. "No início, foi complicado levar esse assunto para as famílias, mas aos poucos fui conquistando abertura".
Assista trecho do documentário "Quebrando o silêncio"

ARREPENDIMENTO PELA CULTURA DE MORTE
Arrependemo-nos:

ü Por uma tradição cultural que acredita que filhos vindos da mesma gestação podem trazer azar; que filhos gêmeos sejam sinal de má sorte.
ü Por permitir que a matança seja feita como se eles fossem animais.
ü Por ser tradição cultural de comunidades de diversas etnias.
ü Pela tradição de enterrar vivas essas crianças, como animais, negando o direito à vida.
ü Pelo apoio e cobertura científica e legal que está sendo dados por antropólogos, organizações (que se dizem de proteção aos povos indígenas) e por outros setores do governo civil para essa prática que agride a vida, maior valor defendido pelos direitos humanos em todo o mundo, e quebra a lei divina de não matar. Ninguém tem o direto de tirar a vida de outro, somente àquele que a deu.
ü Pelo sangue inocente derramado na floresta, que serve de fundamento espiritual para a sustentação de ditaduras - homens que querem se perpetuar no poder e, em troca, oferecem vidas inocentes como sacrifício cultural legitimado por força de lei injusta.
ü Pelo sacrifício deles, prática comum nesses casos; pelas famílias que não quebram a regra e não tentam seguir outro caminho.

Ø DECRETO PROFÉTICO: A Vida o direito e a justiça aos povos indígenas, agora estabelecemos um veto profético às leis de morte, a cultura da morte. Que os olhos das etnias sejam livres para ver o direito dos inocentes e haja mudança, proclamamos mudança, mudança nos que sentenciam as etnias a prisão de uma cultura de morte.

ARREPENDIMENTO DO PECADO DA IGREJA

Lembrando que a igreja é o coração da nação, por isso, tudo o que a igreja de uma nação faz, a nação, seus líderes e seu povo vão usar como base para o bem ou para o mau.

Arrependemo-nos por:

ü Pouca atenção e recursos para o ministério infantil; pouco ensino aos pais, na igreja, sobre sua tarefa; falta de apoio direto à família.
ü Quando a igreja apóia o divórcio e não defende a família e os valores divinos.
ü Quando há delegação de tarefa dos pais para professores, tanto na igreja como na escola. Quando os pais e mães não concordam e sacrificam o tempo da infância dos filhos, não deixando o trabalho fora de casa para estar com eles e educá-los com limites e valores para a vida toda.
ü Quando as mães estão sobrecarregadas com tarefas que seriam dos sacerdotes e estes estão ausentes com o silêncio da igreja.
ü Quando há falta de um processo de transferência de legado da fé cristã, na família e nas comunidades cristãs, para a nova geração - de 4 a 14 anos. Quando investimos pouco no lugar das crianças na igreja e nos eventos para crianças.
ü Quando há pedofilia dentro da igreja ou mesmo abuso e violência no trato com as crianças em casa.
ü Quando cristãos empregam menores para o trabalho caseiro, negando a infância e a educação, além de oportunidades na vida.
ü Quando não choramos e cuidamos dos órfãos, das viúvas e dos necessitados como Deus nos ordenou, esquecendo que todos fomos escravos e pobres no mundo, no Egito, e que Deus nos tirou de lá, nos redimiu e nos deu herança.

Ø DECRETOPROFÉTICO: QUE SE LEVANTE UMA IGREJA CHEIA DE COMPAIXÃO QUE DÊ PATERNIDADE AOS ÓRFÃOS DESTA NAÇÃO.

Ø DECRETO PROFÉTICO: UMA FAMÍLIA RESTAURADA NO PADRÃO DIVINO, MÃES QUE POSSAM DAR SUA PRESENÇA E VALORES AOS FILHOS NA INFÂNCIA COM APOIO E COOPERAÇÃO DOS FILHOS.

Ø DECRETO PROFÉTICO: QUE SE LEVANTEM AGORA IGREJAS QUE INVESTEM NAS CRIANÇAS PASSANDO O LEGADO DA FÉ CRISTÃ AS PROXIMAS GERAÇÕES. BUSCANDO AS CRIANÇAS QUE NÂO CHEGAM NUM PREDIO DE REUNIÃO NOSSO.

Declaração da Palavra:

Salmo100.5 Porque o SENHOR é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração e geração.
Salmo 102.18 Isto se escreverá para a geração futura; desde os céus o SENHOR contemplou a terra.
Salmo 112.2 A sua semente será poderosa na terra; a geração dos retos será abençoada.


PECADO DA NAÇÃO QUANTO AS CRIANÇAS


Arrependemo-nos:

Por todo aborto provocado, fruto de falta de defesa da vida através de crenças pessoais distorcidas, anti-valores, e também de políticas públicas que priorizam o egoísmo – a atividade sexual sem responsabilidade pela vida.


Levítico 20.2-8
2
Também dirás aos filhos de Israel: Qualquer que, dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam em Israel, der da sua descendência a Moloque, certamente morrerá; o povo da terra o apedrejará.
3 E eu porei a minha face contra esse homem, e o extirparei do meio do seu povo, porquanto deu da sua descendência a Moloque, para contaminar o meu santuário e profanar o meu santo nome.
4 E, se o povo da terra de alguma maneira esconder os seus olhos daquele homem, quando der da sua descendência a Moloque, para não o matar,
5 Então eu porei a minha face contra aquele homem, e contra a sua família, e o extirparei do meio do seu povo, bem como a todos que forem após ele, prostituindo-se com Moloque.
6 Quando alguém se virar para os adivinhadores e encantadores, para se prostituir com eles, eu porei a minha face contra ele, e o extirparei do meio do seu povo.
7 Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus.
8 E guardai os meus estatutos, e cumpri-os. Eu sou o SENHOR que vos santifica.


ü Quando há ausência de paternidade e maternidade responsável.
ü Quando não há políticas públicas que estimulem a criação de emprego e a distribuição de renda justa, com oportunidades de crescimento para famílias sem renda, sem teto, sem oportunidades.
ü Quando há impunidade quanto aos assassinos de crianças, aos que praticam pedofilia; quando não há investigação de assassinatos de crianças em rituais macabros por seitas ocultistas em suas festas.
ü Quando há tráfego de crianças, com a participação de caminhoneiros e gangues nas estradas, nas rodoviárias, nas beiras de estrada, nos postos de abastecimento, nos portos e aeroportos da nação, e com venda de órgãos para o mercado negro das nações.
ü Quando os pais ou responsáveis entregam crianças para adultos abusarem sexualmente por dinheiro. Quando adultos compram a destruição de uma vida indefesa.
ü Quando há maus tratos na polícia e outros órgãos públicos aos pais e responsáveis, buscando justiça para a violência contra a criança,
ü Quando alimentamos o medo, em quem foi abusado, de denunciar os agressores e criamos uma atmosfera que é fértil para a propagação dessa obra destruidora da vida da família e de uma civilização.
ü Quando os centros de apoio à infância e à adolescência fracassam na tarefa de restaurar, socializar e dar dignidade, e milhares acabam sendo entregues à marginalidade e ao tráfego, por ser essa uma ferida nacional de orfandade.

Ø DECRETO PROFÉTICO: POR UMA NOVA GERAÇÃO QUE ORA E ADORA EM ESPIRITO EM VERDADE QUE SE MOVE PROFÉTICAMENTE E TESTEMUNHA O REINO DE DEUS COM MILAGRES E PRODIGIOS.

Mateus 19.13 Trouxeram-lhe, então, alguns meninos, para que sobre eles pusesse as, e orasse; mas os discípulos os repreendiam.
14 Jesus, porém, disse: Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque dos tais é o reino dos céus.
Salmo 8.2 Tu ordenastes força da boca das crianças e dos que mamam, por causa dos teus inimigos, para fazer calar ao inimigo e ao vingador.
Marcos 9.37 Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou.
Joel 2.16 Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciões, congregai as crianças, e os que mamam;saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu aposento.

Ø DECRETO PROFÉTICO: POR UMA JORNADA NACIONAL PELA INFÂNCIA, QUE LEVANTE PROTEÇÃO PARA OS INOCENTES E LHES GARANTA O DIREITOS BÁSICOS E PUNA OS QUE INFRIGIREM SEUS DIREITOS. CORRA A JUSTIÇA COMO UM RIO AGORA SOBRE O BRASIL

Adoremos ao Senhor por nos dá uma nova geração.

Proclame:
Salmo 145.4 “Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciarão as tuas proezas”.

O BRADO DOS LEÕES – Conferência de Intercessão Profética e Compaixão. Encontro nacional das Torres, salas e casas de oração, com um mover de compaixão para a transformação do Brasil.
Plenárias e foco sobre – Deus usando as crianças para orarem pela transformação da nação.
Atenção, líderes de ministério infantil, venha participar conosco!
9- 12 de Novembro em Teresópolis- faça sua inscrição no site: www.brasildejoelhos.com.br
Nossa treinadora será a:
Jane Mackie é a fundadora e coordenadora da Rede de Oração de Crianças na Austrália. Ela é casada e tem dois filhos e dois netos. Jane entrou para o ministério de crianças em 1988 enquanto freqüentava a Igreja Anglicana de São Paulo em Wahroonga, Syndey, onde ela coordenou o ministério de crianças por muitos anos. Em maio de 1995, Jane foi convidada a liderar uma equipe para trabalhar com crianças de diferentes nações que haviam sido convidadas a participar da Conferência Global sobre a Evangelização Mundial em Seul, Coréia, como representantes de oração. Em seguida, Jane foi convidada pelo Movimento AD2000 australiano para fundar e coordenar uma Rede de Oração de Crianças na Austrália. Jane já viajou por mais de 25 nações desde 1995, geralmente acompanhada por uma equipe de crianças e jovens, para compartilhar a visão que o Senhor deu a ela. Seu coração também se alegra em ensinar a igreja sobre o papel das crianças no ministério.
A visão da Rede de Oração de Crianças é mobilizar e interligar crianças cristãs que oram; dar suporte e encorajar o cuidado, discipulado, treinamento e preparo dessas crianças, para capacitá-las a tomarem seus lugares na família de Deus como parte do exército que Ele está levantando para alcançar essa geração.





Hudson Medeiros Teixeira
Coordenador
REDE BRASILEIRA DE INTERCESSÃO ORAÇÃO E JEJUM

1 Comentários:

Blogger MISSIONÁRIOS SÉRGIO E DÉBORA disse...

Olá, pastor, graça e paz! Ficamos felizes em encontrar o seu BLOG. Que o Senhor continue lhe abençoando com palavras ungidas que trazem crescimento para a igreja. Conte sempre com nossas orações.
Um grande abraço,
Sérgio e Débora.

27 de outubro de 2009 20:52  

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